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Petróleo cai após DoE mostrar alta a nível recorde em produção nos EUA

01/02/2019 | Estadão Conteúdo

O petróleo fechou em queda nesta quinta-feira, 31, após o Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) dos Estados Unidos divulgar que a produção da commodity no país subiu a um nível recorde em novembro de 2018.

O petróleo WTI para março fechou em queda de 0,81%, em US$ 53,79 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), enquanto o Brent para abril recuou 1,14%, a US$ 60,84 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE). O contrato do Brent para março, por sua vez, com vencimento hoje, avançou 0,39%, a US$ 61,90.

Em janeiro, mês em que passaram a valer os cortes de produção acordados pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+), o barril do WTI acumulou ganho de 15,58%. Já o Brent subiu 10,80%.

Depois de mostrar alta menor do que o esperado nos estoques semanais na quarta, o DoE divulgou nesta quinta que a produção mensal de petróleo no país chegou a um nível recorde, de acordo com analistas, em novembro de 2018. O volume produzido subiu a 11,9 milhões de barris por dia (bpd), uma alta de 3,0% em relação ao mês anterior e 17,8% na comparação anual.

Com isso, os preços do petróleo, que operavam em alta mais cedo, foram pressionados, a despeito das sanções americanas à petroleira estatal venezuelana PdVSA, anunciadas no início da semana. Além disso, continua no radar de investidores a desaceleração global. O Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro de 2018 mostrou expansão mais lenta do que em 2017, enquanto o mesmo indicador da Itália relativo ao quarto trimestre contraiu, colocando o país em uma recessão técnica.

No âmbito do comércio, o presidente americano, Donald Trump, afirmou que nenhum acordo será feito com a China enquanto ele não se reunir com o presidente chinês, Xi Jinping, “num futuro próximo”, embora autoridades dos dois países tenham sustentado negociações entre ontem e hoje. Segundo Trump, pode ser necessário precisar estender as tratativas até após 1º de março, quando termina a trégua de 90 dias acordada entre ele e Xi durante a reunião que tiverem na cúpula do G20, na Argentina.