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Abertura dos mercados: China impulsiona bolsas e petróleo. Alumínio com maior ganho desde 2011

11/04/2018 | Jornal de Negócios

As bolsas europeias iniciaram o dia em alta, a beneficiar do discurso optimista do presidente da China. As sanções dos EUA a empresas e empresários russos estão a penalizar o rublo e a provocar uma subida expressiva do alumínio.

Os mercados em números

PSI-20 desce 0,10% para 5.443,79 pontos

Stoxx 600 sobe 0,62% para 377,61 pontos

Nikkei valorizou 0,54% para 21.794,32 pontos

"Yield" a 10 anos de Portugal recua 0,7 pontos base para 1,690%

Euro aprecia 0,05% para 1,2327 dólares

Petróleo sobe 1,14% para 69,43 dólares por barril, em Londres

Bolsas sobem após discurso do presidente da China

A posição demonstrada por Xi Jinping de abetrura do mercado chinês a empresas estrangeiras está a elevar a expectativa dos investidores em torno de um acordo que trave a disputa comercial entre os EUA e a China, evitando assim uma guerra comercial. Este contexto está a animar a negociação dos investidores, que voltam a apostar em activos de risco.

O Stoxx600, que agrega as 600 maiores cotadas europeias, está a subir 0,62% para 377,61 pontos, numa sessão em que um dos grandes destaques é a Bayer, cujos títulos estão a subir mais de 5%, depois de o Departamento norte-americano de Justiça ter aprovado a compra da Monsanto por parte da Bayer.

Na bolsa nacional, a tendência não é definida, com o índice a osciar entre ganhos e perdas ligeiros neste arranque de sessão. O BCP e a Galp estão a subir perto de 0,5% e contrariam a queda do grupo EDP. Ainda assim a descida de cotadas como a Pharol e a Jerónimo Martins acabam por pesar.

Juros com quedas ligeiras

As taxas de juro associadas à dívida europeia estão a descer na generalidade dos países. E Portugal não é excepção. A taxa de juro associada à dívida nacional a 10 anos está a recuar 0,7 pontos para 1,69%. Já a taxa da Alemanha está a ceder 1,1 pontos para 0,493%.

Rublo desliza mais de 3%

As sanções impostas pelos EUA a um conjunto de oligarcas e empresas russas está a provocar, desde ontem, descidas pronunciadas da bolsa e da moeda. O rublo está a cair quase 3% contra o dólar, depois de ter deslizado mais de 4% na segunda-feira, o que correspondeu à queda mais pronunciada desde Fevereiro de 2015.

Petróleo sobe mais de 1% animado pela China

O discurso do presidente chinês está também a animar a negociação do petróleo, já que travou os receios em torno de uma guerra comercial. O barril do Brent, negociado em Londres e referência para Portugal, está a subir 1,14% para 69,43 dólares.

Alumínio com o maior ganho desde 2011

Os preços do alumínio mantêm a subida, depois de ontem terem registado o maior ganho dos últimos seis anos, devido aos receios de interrupção de fornecimento. Isto porque um dos alvos das sanções norte-americanas foi a russa Rusal, o que motiva preocupações sobre a saúde financeira. O metal está a subir 0,4% para 2.148 dólares a tonelada métrica, depois de ontem ter subido 6,5%.